Enviado por Pedro J. de Rezende em sex, 05/08/2009 - 18:06.
Francesco foi meu amigo. Um Amigo daqueles! Sempre presente, discreto, não intrusivo, apoiador, sincero nos elogios mas também nas correções.
Francesco foi um professor. Um Professor daqueles! Vivia ensinando, mas mais do que isso, vivia buscando aprender. Aprender mais, para poder ensinar melhor. Assim foi sua vida.
Obrigado, amigo, por nos ensinar a viver.
Quando lhe chegou a hora à qual não se apela, ele soube aprender a sua última lição: aceitar seu fim como Deus lhe designara. Na brevidade da luta que pôde travar, lutou contra a doença com o mesmo vigor com que sempre viveu; mas, determinada a vontade do Pai, abraçou-a com a tranqüilidade de filho fiel.
Até o fim, Francesco buscou aprender mais. Aprender para poder ensinar melhor. Assim foi sua morte.
Francesco Langone: ensinando sempre
Francesco foi meu amigo. Um Amigo daqueles! Sempre presente, discreto, não intrusivo, apoiador, sincero nos elogios mas também nas correções.
Francesco foi um professor. Um Professor daqueles! Vivia ensinando, mas mais do que isso, vivia buscando aprender. Aprender mais, para poder ensinar melhor. Assim foi sua vida.
Obrigado, amigo, por nos ensinar a viver.
Quando lhe chegou a hora à qual não se apela, ele soube aprender a sua última lição: aceitar seu fim como Deus lhe designara. Na brevidade da luta que pôde travar, lutou contra a doença com o mesmo vigor com que sempre viveu; mas, determinada a vontade do Pai, abraçou-a com a tranqüilidade de filho fiel.
Até o fim, Francesco buscou aprender mais. Aprender para poder ensinar melhor. Assim foi sua morte.
Obrigado, amigo, por nos ensinar a morrer.
Pedro J. de Rezende
Professor, Instituto de Computação